Essa imagem passada pelo nobre amigo Filipe Ferreira, resume bem toda a estrutura do SFN. Devemos compreende-la em profundidade se queremos de fato passar em alguma prova pra área bancária.
Esse post será simples assim mesmo, apenas pra divulgar essa imagem que considero perfeita.
Um forte abraço
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sexta-feira, 7 de maio de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
BRB 07/03/2010 - Questão 51
51 A partir da aprovação da Emenda Constitucional n.º 40/2003, a Constituição Federal (CF) passou a admitir que o SFN fosse regulado por meio de diversas leis ordinárias que deveriam dispor, inclusive, a respeito da participação do capital estrangeiro nas instituições que integram esse sistema.
Resposta:
Pra começar devemos entender que Emenda Consititucional significa o fato de se remendar mesmo a constituição, se bem que é um pouco melhor que isso, mais elaborado. Podemos dizer que é o fato de se agregar novos fatos a certo ponto da constituição, sem alterar o original. É o conceito de plugável, de se tornar conectável. Dessa forma a qualquer momento pode-se criar um complemento a constituição brasileira bastando assim que seja pelo processo de Emenda, o qual exige todo um trâmite jurídico e parlamentar pra ser aprovado.
Entao a tal Emenda Constitucional n. 40/2003, que pode ser encontrada aqui, como pode ser visto no link, o que tem de texto realmente considerável na tal emenda é justamente o que foi afirmado na questão, ou seja, ela esta absolutamente CORRETA, pois o texto da Emenda n. 40/2003 diz exatamente:
O sistema financeiro nacional, estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do País e a servir aos interesses da coletividade, em todas as partes que o compõem, abrangendo as cooperativas de crédito, será regulado por leis complementares que disporão, inclusive, sobre a participação do capital estrangeiro nas instituições que o integram.
É é só isso, o resto do texto que é apresentado são os nomes dos membros da câmara e do senado, pronto, acabou.
Então como era de se esperar, mesmo sendo uma questão que a princípio nos deixa indignados por julgarmos que a banca esteja exigindo demais, que esteja entrando é minúcias muito peculiares aos profissionais do meio financeiro ou até jurídico, constatamos que não é bem assim, que é até superficial. Nesse caso bastava uma olhadela no material de estudo, uma leitura dinâmica que seja para termos uma boa idéia da resposta.
Links
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Sistema Financeiro Nacional - Resumo 1
Depois de muito navegar a procura de material pra um bom estudo sobre o Sistema Financeiro Nacional ou Conhecimento Bancário em geral, vi que é tudo muito fragmentado, no melhor do assunto a gente fica nao mão, nao se encontra aquela questão em particular ou alguma peculiaridade importante.
Sou contra a pirataria e jamais compraria esse tipo de material pra estudar, pois já demonstra que não temos uma boa consciência ética, portanto despreparados para um cargo público. Digo isso porque me disseram que na feirinha tem um pessoal que vende DVDs com material pra concurso por R$ 10. Acabei acessanto o site da Vestcon e comprei logo os cursos do Guilherme Cabral e Cid Roberto, pra mim os melhores, assim como Cesar Frade do Eu Vou Passar e o Carlos Arthur Newlands.
Dai pra fixar melhor resolvi fazer resmumos aqui do que estudei.
Pra começar vai o resumo do Cid Roberto sobre SFN.
Sistema - Conjunto de sistemas, de entidades, componentes que interagem entre si para entao atingir um objetivo comum
A definição mais global para SFN é a de que ele tem como objetivo fazer circular as finanças da nação brasileira e promover o encontro dos superavitários com os deficitários.
Precisamos definitivamente aprofundar os estudo da tabela de estrutura do SFN mostrada pelo BACEN, o que ja fiz em posts anteriores. Nela temos a seguinte estrutura:
A definição mais global para SFN é a de que ele tem como objetivo fazer circular as finanças da nação brasileira e promover o encontro dos superavitários com os deficitários.
Precisamos definitivamente aprofundar os estudo da tabela de estrutura do SFN mostrada pelo BACEN, o que ja fiz em posts anteriores. Nela temos a seguinte estrutura:
Primeira coluna - Orgãos Normativos (Conselho Monetario Nacional, Conselho Nacional de Seguros Privados e Conselho de Gestao da Previdencia Complementar)
Segunda Coluna - Entidade Supervisoras
Segunda Coluna - Entidade Supervisoras
- Conselho Monetario Nacional
- Banco Central
- Comissão de Valores Mobiliarios
- Conselho Nacional de Seguros Privados
- Superintendencia de Seguros Privados
- Conselho de Gestao da Previdencia Complementar
- Secretária de Previdência Complementar
Terceira Coluna - Operadores
- Nessa coluna temos diversas divisoes e orgaos diferentes como
- Instituições dinanceiras captadoras de depositos a vista
- Bolsas de mercadorias e Futuros
- Demais instituiçoes financeiras
- Bancos de Cambio
- Bolsas de Valores
- Outros Intermediarios Financeiros e Administradores de Recursos de terceiros
- Resseguradoras
- Sociedades Seguradoras
- Sociedades de Capitalização
- Entidades abertas de previdencia completementar
- Entidades fechadas de previdencia complementar (Fundos de pensão)
De forma geral, podemos dividi o Sistema Financeiro Nacional em:
- Mercado Financeiro
- Mercado de Capitais
- Mercado de Cambio
- Mercado de Seguros, capitalização e previdência complementar privada
Bom, esse é o resumo da forma como entendi da primeira aula do Cid Roberto. Vamos em frente, vamos as próximas aulas e veremos se desvendo esse bicho de 7 cabeças em pedaços pequenos, compreendendo então a totalidade.
domingo, 29 de novembro de 2009
Sistema Financeiro Nacional - Estrutura
A coisa mais difícil que tem é encontrarmos na internet uma imagem que ilustra em detalhes a estrutura do sistema financeiro nacional. Quando se encontra alguma coisa é sempre fragmentado, exceto essa aqui que ganhei de um amigo.
Decidi criar a minha, mas antes vou fazer em formato texto mesmo cada componente desse intricado sistema que é questão certa em qualquer prova de bancário.
- Conselho Monetário Nacional - CMN
- Banco Central do Brasil - Bacen
- Instituições financeiras captadoras de depósitos à vistancos Múltiplos com carteira comercial
- Demais instituições financeiras e Bancos de Câmbio
- Agências de Fomento
- Associações de Poupança e Empréstimo
- Bancos de Câmbio
- Bancos de Desenvolvimento
- Bancos de Investimento
- Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
- Companhias Hipotecárias
- Cooperativas Centrais de Crédito
- Sociedades Crédito, Financiamento e Investimento
- Sociedades de Crédito Imobiliário
- Sociedades de Crédito ao Microempreendedor
- Comissão de Valores Mobiliários - CVM
- Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP
- Conselho de Gestão da Previdência Complementar - CGPC
A imagem abaixo retirada da apostila sobre SFN do Editora Fereira, mostra um pouco mais sobre a estrura do SFN
Links:
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Sistema Financeiro Nacional - Bolsas - Operadores
No geral temos 3 tipos basicos de operadores na bolsa de valores:
Hedgers significade proteção. Segundo o exemplo dado pelo Cesar Frade: quando um fazendeiro resolve plantar soja, mas antes quer vender tudo que pretende produzir na colheita, entao ele pode lançar mao de um contrato derivativo, lembra la no nosso post que fala um pouco sobre derivativos? Entao, dai ele atrela o preço da sonha a um valor que lhe garante lucro na colheita, essa operação tem o nome de Hedger, pois foi protegido, mesmo que o valor da soja sofra uma grande queda nao importa, ela ja fo vendida pelo valor que o fazendeiro achou justo na época.
Especuladores como o nome bem diz, é contrário dos Hedgers, ou seja, nao ha proteção, não se lança mão de mecanismos que possa garantir o lucro. É de fato uma aposta em que algo vai dar certo. Apostar que a Petrobras vai valorizar e comprar bastante ações, acreditar que quando a B2Br fizer seu IPO as ações irão subir virtiginosamente e dar um bocado de lucro. Agora se der m. e essas ações cairem ainda mais, bom ai se da muito mal e perde.
Arbitradores ainda seguindo exemplos dados por Cesar Frade para explicar melhor, um exempo de arbitragem seria o fato de se comprar ações da Vale no Brasil por R$ 32, ir para a bolsa de NY, vende-las por $ 17, trazer o dinheiro de volta para o Brasil, fazendo a cambiagem a R$ 2,00 para cada $ 1,00, entao no final se tera um valor final de R$ 34,00 por ação, representando um lucro de R$ 2,00. Jogada bem interessante que demonstra numa escala bem pequena as diversas possibilidade que os grandes investidores lançam mão para ganhar muito dinheiro ao redor do mundo diariamente.
Interessante nesse tipo de investidor, copiando na maior cara te pau as explicações do Cesar Frade, é quando a lei de mercado começar a agir ai, ou seja, se compra bastante a 32, entao o as ações tendem naturalmente a subir, Por outro lado se é vendido bastante a 17 inundando o mercado en NY, essas ações vão cair ainda mais. Chega uma hora que ocorre o ajuste e esses valores ficam iguais, nao haverá mais possibilidade de lucro.
Entao como visto Hedger é quase todo do mercado derivativo, especuladores sao apostadores, correm riscos e representa 92% do que é negociado na bolsa, arbitragem é uma espécie de especulador, no entanto ele que cria as suas oportunidades, vai atrás dos mecanismos que possibilite seu lucro.
- Hedgers
- Especularores
- Arbitradores
Hedgers significade proteção. Segundo o exemplo dado pelo Cesar Frade: quando um fazendeiro resolve plantar soja, mas antes quer vender tudo que pretende produzir na colheita, entao ele pode lançar mao de um contrato derivativo, lembra la no nosso post que fala um pouco sobre derivativos? Entao, dai ele atrela o preço da sonha a um valor que lhe garante lucro na colheita, essa operação tem o nome de Hedger, pois foi protegido, mesmo que o valor da soja sofra uma grande queda nao importa, ela ja fo vendida pelo valor que o fazendeiro achou justo na época.
Especuladores como o nome bem diz, é contrário dos Hedgers, ou seja, nao ha proteção, não se lança mão de mecanismos que possa garantir o lucro. É de fato uma aposta em que algo vai dar certo. Apostar que a Petrobras vai valorizar e comprar bastante ações, acreditar que quando a B2Br fizer seu IPO as ações irão subir virtiginosamente e dar um bocado de lucro. Agora se der m. e essas ações cairem ainda mais, bom ai se da muito mal e perde.
Arbitradores ainda seguindo exemplos dados por Cesar Frade para explicar melhor, um exempo de arbitragem seria o fato de se comprar ações da Vale no Brasil por R$ 32, ir para a bolsa de NY, vende-las por $ 17, trazer o dinheiro de volta para o Brasil, fazendo a cambiagem a R$ 2,00 para cada $ 1,00, entao no final se tera um valor final de R$ 34,00 por ação, representando um lucro de R$ 2,00. Jogada bem interessante que demonstra numa escala bem pequena as diversas possibilidade que os grandes investidores lançam mão para ganhar muito dinheiro ao redor do mundo diariamente.
Interessante nesse tipo de investidor, copiando na maior cara te pau as explicações do Cesar Frade, é quando a lei de mercado começar a agir ai, ou seja, se compra bastante a 32, entao o as ações tendem naturalmente a subir, Por outro lado se é vendido bastante a 17 inundando o mercado en NY, essas ações vão cair ainda mais. Chega uma hora que ocorre o ajuste e esses valores ficam iguais, nao haverá mais possibilidade de lucro.
Entao como visto Hedger é quase todo do mercado derivativo, especuladores sao apostadores, correm riscos e representa 92% do que é negociado na bolsa, arbitragem é uma espécie de especulador, no entanto ele que cria as suas oportunidades, vai atrás dos mecanismos que possibilite seu lucro.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Sistema Financeiro Nacional - Bolsas
Vou iniciar agora uma série de posts de SFN baseado nos estudos que tenho feito das videos aulas do César Frade, do EuVouPassar.
Como ele inciou por mercado financeiro, entao vamos lá.
Antes de mais nada precisamos entender o que é bolsa de valores e o que é balcão.
1. Bolsa de Valores
- É um local onde um grupo de pessoas e insituições organizaram um conjunto de ferramentas, sistemas, ambiente propício e regras para comercialização de ações de empresa de capital aberto, debêntures, mercadorias (prata, ouro), etc.
- É uma insituição sem fins lucrativos que opera eletrônicamente na comercialização de títulos e valores imobiliários
- Negocia ativos e derivativos
2. Balcão Organizado
- É todo negocio feito fora da bolsa de valores, diretamente entre as pessoas e empresas que de alguma forma são firmados mediante contratos e devido registro em cartorios, bancos, etc. Ou seja, que tenha valor legal.
Atualmente temos no Brasil basicamente duas grandes bolsas, a Bovespa e a BMF que estao em processo de fusão e logo será apenas uma.
Foi dito anteriormente que as bolsas negociam ativos e derivativos, vamos tentar explicar:
1. Ativos
- Tudo aquilo que compramos e levamos pra casa, ou seja, dinheiro pra um lado, bem pro outro. É palpável e podemos facilmente vê ou perceber o que estamos negociando;
Obs.: Podemos, por exemplo, comprar boi gordo, bezerro, milho, soja e, por incrível que pareça, na verdade nada disso é de fato um ativo, nao se leva isso pra casa, não é essa a idéia. O que normalmente levamos de fato pra casa como um ativo seria: ouro, café, dolar, dentre outros. O resto é material de especulação, ou se negocia apenas o direito sobre o que ainda será produzido no futuro, por isso normalmente são negociados na BMF
- Tem valor conhecido ali no momento, nao depende de outro.
2. Derivativos
- São contratos para pagamento futuro baseado na ocilação dos preços de um outro ativo;
- Normalmente o que justifica sua existencia são as variações de taxas de cambio, juros e outros indexadores.
- Termo
- Opções
Precisamos ainda entender mercado primário e mercado secundário.
- Futuro
- Mercado primário = Primeira vez que o bem é negociado, por exemplo, compra de carro novo.
- Mercado secundário = quando o bem é negociado a partir da primeira vez, por exemplo, venda e compra de carro usado
Links
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Sistema Financeiro Nacional - SFN
Dando inicio a nossa longa jornada de estudos a respeito de conhecimentos bancarios, vamos começar por compreender o Sistema Sinanceiro Nacional (SFN)
A Imagem abaixo, que é um print do site do BACEN, mostra como o SFN está composto

As figuras abaixo focam o Conselho Monetario Nacional, um dos três conselhos integrantes do SFN, os outros são: Conselhor de Gestão de Previdencia Complementar e Conselho Naciona de Seguros Privados:
Fonte: http://www.cosif.com.br
Links
SFN - Bacen
SFN - Wikipedia
SFN - Portal do Investidor
SFN - Portal de Contabilidade
Aqui podemos conhecer em profundida a história do Sistema Financeiro Nacional
A Imagem abaixo, que é um print do site do BACEN, mostra como o SFN está composto

As figuras abaixo focam o Conselho Monetario Nacional, um dos três conselhos integrantes do SFN, os outros são: Conselhor de Gestão de Previdencia Complementar e Conselho Naciona de Seguros Privados:
Fonte: http://www.cosif.com.br
Links
SFN - Bacen
SFN - Wikipedia
SFN - Portal do Investidor
SFN - Portal de Contabilidade
Aqui podemos conhecer em profundida a história do Sistema Financeiro Nacional
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